por Gabinete do prefeito
Postado em 07 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
A Prefeitura de Araxá realizou uma reunião técnica na Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace), em Ribeirão Preto (SP). O encontro aconteceu nesta quinta-feira (5) e teve como objetivo buscar alternativas para a destinação dos resíduos sólidos do município. A reunião também marcou o avanço de estudos relacionados ao saneamento básico.
O encontro teve como foco a elaboração de um diagnóstico técnico sobre a destinação do lixo em Araxá, que servirá de base para a apresentação e validação de alternativas viáveis, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico. A expectativa da administração municipal é implantar, no futuro, um sistema tecnológico mais eficiente para o tratamento e a destinação dos resíduos.
A Fundace é referência nacional em pesquisas na área de saneamento básico e atua fortemente em regulação e modelagem de estudos econômicos, especialmente voltados a processos de concessão e parcerias público-privadas (PPPs). O trabalho desenvolvido pela fundação permitirá identificar o melhor caminho para a gestão dos resíduos sólidos.
Participaram da reunião o prefeito de Araxá, Robson Magela, o procurador-geral do município, Jonathan Ferreira, a secretária de Serviços Urbanos, Ana Tereza Ávila, o secretário de Meio Ambiente, Vinícius Martins, e o chefe de Gabinete, Germano Afonso. A comitiva foi recebida pelo coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono da USP, professor e mestre Prof. Dr. Rudinei Toneto Junior, da Fundace, e pelo consultor Fábio de Paula Marques.
Além da destinação do lixo, a Prefeitura também busca, junto à Fundace, estudos relacionados à captação, tratamento e destinação de esgoto, bem como à análise da água oferecida no município pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O objetivo é avaliar alternativas futuras, especialmente diante do cenário de privatização da companhia.
De acordo com o prefeito Robson Magela, os estudos irão apontar o melhor caminho a ser seguido pelo município, tanto na destinação dos resíduos sólidos quanto na gestão da água e do saneamento.
“Esses levantamentos vão nos mostrar qual é a alternativa mais adequada para o tratamento e a destinação do lixo em Araxá e, ao mesmo tempo, indicar se o melhor é continuar com a Copasa, quais contrapartidas poderão ser exigidas ou se o município deve seguir outro caminho, sempre buscando economia e mais eficiência para a população”, destaca.
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por Gabinete do prefeito
Postado em 07 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
O CarnAraxá 2026 contará com quatro dias de festa, entre 14 e 17 de fevereiro, das 18h à meia-noite, com uma programação pensada para reunir famílias, foliões e visitantes. O evento é uma realização da AMVEA (Associação de Moradores e Amigos dos Bairros Adhemar Rodrigues Vale, Andreia, Área III e Estância), com parceria da Prefeitura de Araxá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB).
A estrutura contará com desfile de blocos de carnaval, com concentração na Praça Dom Bosco e cortejo até o Estádio Municipal Fausto Alvim. No local, o público poderá aproveitar um palco com shows, bandas araxenses, trio elétrico e uma completa praça de alimentação, que contará com a participação de barracas de entidades sem fins lucrativos.
De acordo com a presidente da FCCB, Madalena Aguiar, o evento busca valorizar a cultura local e ampliar as opções de lazer. “O evento contará com segurança particular e apoio dos órgãos públicos. A intenção é transformar o CarnAraxá em um espaço multifamiliar. Neste ano, a novidade é o apoio de empresas privadas na realização do evento”, afirma.
A realização do CarnAraxá 2026 conta com recursos próprios de R$ 150 mil da Prefeitura de Araxá, emenda parlamentar federal viabilizada pelo vereador João Paulo da Filomena e apoio das empresas Te Levo Mobile, St. George Mining e Uniube. A programação completa será divulgada em breve.
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por Gabinete do prefeito
Postado em 07 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
A Prefeitura de Araxá, por meio da Vigilância Ambiental, realiza um trabalho específico de combate ao Aedes aegypti direcionado a locais como borracharias, ferros-velhos, depósitos de reciclagem, cemitérios e outros ambientes semelhantes, onde o risco de proliferação do mosquito é maior. A estratégia se diferencia das visitas de rotina aplicada nos imóveis residenciais por envolver monitoramento frequente, equipes exclusivas e a utilização de técnicas próprias, definidas a partir de critérios técnicos.
Esses ambientes são classificados como pontos estratégicos e integram um mapeamento permanente do município. Atualmente, Araxá conta com cerca de 40 pontos estratégicos, número que pode variar conforme a dinâmica urbana e a identificação de novos locais que demandem acompanhamento especial.
As ações são executadas por uma equipe específica de agentes de combate às endemias, formada, que realizam visitas a cada 15 dias. Durante o trabalho, são realizadas a remoção mecânica de materiais que possam acumular água e o tratamento focal com larvicida nos recipientes que não podem ser eliminados, como tambores e outros reservatórios de grande porte.
Além disso, a cada dois meses, os pontos estratégicos recebem a borrifação com adulticida, aplicada por meio de equipamento costal, estratégia conhecida popularmente ou fumacê. A nebulização tem como objetivo eliminar o mosquito adulto em circulação nessas áreas, reduzindo o risco de transmissão de arboviroses.
De acordo com a supervisora de turmas dos Agentes de Combate às Endemias, Tânia Estevão de Ávila Souza, o uso do inseticida costal segue protocolos técnicos e não substitui as ações preventivas, sendo restrito a situações específicas.
“O uso do adulticida segue um protocolo do Ministério da Saúde e é indicado apenas para pontos estratégicos. São locais onde o acúmulo é muito grande e exige um controle mais intensivo, algo que não pode ser feito de forma indiscriminada. Nas residências, a principal medida continua sendo a eliminação dos criadouros e a participação do morador na prevenção”, destaca.
Antes da realização da borrifação com adulticida, a Vigilância Ambiental mantém comunicação antecipada com a Associação de Apicultores do município, permitindo a proteção das colmeias e evitando impactos às abelhas.
Outras ações
Quando há notificação de casos suspeitos, positivos ou negativos de dengue, com base em dados epidemiológicos, a Vigilância Ambiental executa ações de bloqueio, com aplicação de inseticida específico em um raio de até 150 metros a partir do endereço informado.
O município também utiliza o controle biológico com peixes da espécie lebiste, empregados em fontes, tanques e piscinas desativadas, onde não há possibilidade de tratamento químico da água. A colocação dos peixes nos locais segue critérios técnicos, com monitoramento periódico para garantir a eficácia da ação.
Nos cemitérios municipais, o acompanhamento é permanente. Dois agentes atuam exclusivamente nessas áreas, em sistema de revezamento semanal entre o Cemitério São João Batista e o Cemitério das Paineiras. As ações incluem retirada de recipientes que acumulam água, eliminação de plásticos, verificação de flores artificiais e aplicação de larvicida.
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por Luis Borges
Postado em 07 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
Educação, saúde, segurança e trabalho são alguns dos grandes temas que povoam as cabeças de muitas pessoas com preocupações que chegam a tirar o sono, um dos pilares para a saúde mental. Observando e analisando o ponto da saúde, é importante lembrar inicialmente que a Constituição Brasileira estabelece em seu Artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Mas como se dá isso na prática a partir do Sistema Único de Saúde – SUS que é um referencial para quem tem foco em saúde pública?
Fica claro que o SUS atende a todos conforme a sua capacidade de processo. E isso abriu no mercado um espaço para atuação no setor privado da saúde, regulamentado e fiscalizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS. Mas quem tem poder aquisitivo suficiente para pagar um plano de saúde nas diversas modalidades e limites técnicos para consultas médicas, exames laboratoriais e de imagens para apoio ao diagnóstico, cirurgias, internações hospitalares em apartamentos individuais, no coletivo de uma enfermaria ou numa unidade de terapia intensiva – UTI se houver vaga?
Segundo a ANS, existem atualmente no Brasil 53,3 milhões de pessoas com algum tipo de plano de saúde, que vão dos mais limitados até aos mais completos. Aliás, os preços dos planos aumentam todo ano em índices bem superiores à inflação anual medida pelo IPCA do IBGE.
Chamou minha atenção a campanha publicitária de um plano de saúde de grande porte oferecendo algumas vantagens de momento para que ex-clientes voltem a participar de algum de seus planos. Será que é fácil reconquistar um cliente perdido? Mas o fato é que está crescendo no mercado o número de planos de saúde populares que cobram mensalidades na faixa de R$50, com a primeira consulta a R$40 e R$80 a partir da segunda consulta. O negócio é ganhar no volume e não na margem.
Recentemente já no primeiro mês do novo ano, um participante de um plano dessa modalidade popular fez sua primeira consulta com uma psiquiatra após um encaixe em sua agenda. Tudo durou cinco minutos, tempo suficiente para ouvir a queixa do cliente, emitir a receita de um medicamento e marcar o retorno após três meses de uso do remédio. Vale lembrar que a Organização Mundial da Saúde – OMS recomenda que a duração mínima de uma consulta médica deve ser de 15 minutos. Como os fatos não deixam de existir só porque são ignorados, negados ou justificados, até quando os clientes das diversas modalidades de planos de saúde conseguirão pagar suas mensalidades?
Viva o SUS! Destino natural de quem precisa e quer saúde.

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Postado em 07 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
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por José Antonio Luiz Filho
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Postado em 06 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs
por José Antonio Luiz Filho
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por Ana Lucia Luiz
Postado em 06 de Fevereiro de 2026 às 09:00 hrs

por Jose Antonio Luiz Filho
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por Jose Antonio Luiz Filho
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por Jose Antonio Luiz Filho
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por Jose Antonio Luiz Filho
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por Jose Antonio Luiz Filho
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