Foi o primeiro estabelecimento em Araxá a servir o chopp gelado, sempre muito bem tirado pela equipe da casa. Na foto os irmãos Rui e Alfredo Freitas Leal junto com o ex-prefeito Domingos Santos e o genro Danilo Cunha Jr. Tenho muitas saudades do restaurante Tururu.
1967. O Brasil começava a trajetória que iria culminar com o Tricampeonato no México em 1970. A revista do esporte trazia na capa a dupla que iria causar estragos nas defesas adversárias: Pelé e Tostão. O futebol brasileiro era um brilho só.
Venda de antenas digitais cresce 250% na Copa; equipamento evita delay na transmissão.
Seis anos após fundação, CNN Brasil vai virar rede de TV aberta até 2027; canal de notícias de Rubens Menin negocia contratos com diversas emissoras locais pelo Brasil.
Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciam gravidez após duas perdas gestacionais.
Camelôs do Rio revelam que camisas de Neymar estão encalhadas; a procura tem sido maior por peças com os nomes de ídolos do passado, como Ronaldo, Bebeto e Romário.
Vejo aqui na internet a informação sobre como proceder para obter ressarcimento do prejuízo por causa da queima de aparelhos, junto a Cemig. Olha, a burocracia é tamanha que não fui apresentando nunca a alguém que conseguiu alguma coisa. Por isso ninguém cobra. Agora, atrasa o pagamento da conta para ver o que acontece.
O nosso feijão tropeiro, um dos maiores patrimônios da cultura mineira, tem ganhado mesas e holofotes do mundo inteiro. A Sandra faz um tropeiro da hora…
É muito importante essa exigência do exame toxicológico para tirar carteira de motorista de carro ou moto. É mais um obstáculo colocado para se evitar o uso das drogas.
Recebi aqui do amigo Luiz Humberto França, que está escrevendo o livro sobre os 80 anos da rádio Imbiara. O Francinha também vai contar a história da Casa de Nazaré e do menino prodígio Taquinho.
Correndo atrás, no melhor estilo, Walter Soares dos Reis, o Canarinho busca apoio financeiro para escrever mais um livro. Merece esse apoio, o povo gosta muito da forma como ele narra os fatos que construíram a história do nosso tempo.
A Fundação Cultural Calmon Barreto entregou cobertores por meio do programa “Teia Sustentável”, projeto desenvolvido pelo ateliê Hermantina Drummond, trabalho feito com apoio da McCain, doando uniformes usados.
Trabalho pioneiro em Araxá na área da oftalmologia. Veja de perto a nossa atividade.
A prevenção e o descobrimento precoce de problemas oculares são importantes para preservar a saúde dos olhos, garantindo uma boa visão ao longo da vida.
Dr. Cezar Barcelos de Mendonça.
Av. Imbiara, 377. Telefone: 3662-4010 | 9.8432-5050. Contato com Stella
Programação capina
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Cortar comprimidos ao meio é uma prática comum entre pessoas que desejam facilitar a ingestão, ajustar doses ou economizar medicamentos. No entanto, nem todos os remédios podem ser divididos com segurança, e o hábito pode comprometer a eficácia do tratamento e até provocar riscos à saúde.
Alguns medicamentos possuem revestimentos especiais, mecanismos de liberação controlada ou distribuição específica dos princípios ativos, características que podem ser alteradas quando o comprimido é partido inadequadamente.
Segundo o especialista, medicamentos sem sulco, que é a marcação feita no comprimido para facilitar a divisão, exigem atenção ainda maior, já que o corte pode resultar em doses desiguais. Por conta disso, dúvidas sobre medicamentos devem sempre ser esclarecidas com profissionais de saúde. “Mesmo hábitos considerados simples podem interferir diretamente no tratamento. A orientação correta ajuda a garantir mais segurança e eficácia no uso dos medicamentos”, diz.
1. Comprimidos de liberação prolongada
Esses medicamentos são produzidos para liberar o princípio ativo aos poucos no organismo ao longo do dia. Quando o comprimido é cortado, esse mecanismo pode ser alterado, provocando absorção rápida da substância e aumentando o risco de reações adversas.
2. Comprimidos revestidos
O revestimento não existe apenas para facilitar a ingestão. Em muitos casos, ele protege o estômago, reduz irritações ou evita que o medicamento seja degradado antes de chegar ao intestino. Ao partir o comprimido, essa proteção pode ser perdida.
3. Medicamentos sem sulco de divisão
Quando o comprimido não possui marcação específica para corte, existe maior chance de a divisão ficar irregular, fazendo com que uma metade tenha mais medicamento do que a outra.
4. Cápsulas e medicamentos em formatos especiais
Cápsulas, drágeas e medicamentos mastigáveis normalmente não devem ser abertos ou divididos sem orientação profissional, já que isso pode comprometer a ação do produto.
Alternativa segura para uma dose menor
Depois de partidos, os medicamentos ficam mais expostos à umidade, ao calor e ao contato com o ar, fatores que podem reduzir sua estabilidade e eficácia. De acordo com Ivan Olisa, quando há necessidade de ajuste individualizado de dose, uma alternativa mais segura do que partir comprimidos ou abrir cápsulas por conta própria é recorrer à farmácia de manipulação.
Nossas cores inconfundíveis despertam o sentimento mais brasileiro que há.
Na Papelaria Regional, você encontra tudo para entrar no clima da torcida, com bandeiras, figurinhas, papéis, canetas e itens para decoração que tornam cada partida ainda mais vibrante.
Fotografia: Elisa Dutra
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Minas Gerais tem a pior segurança rodoviária do Sudeste
por g1
Postado em 22 de Junho de 2026 às 09:00 hrs
Minas Gerais teve o pior desempenho em segurança da infraestrutura rodoviária entre os estados do Sudeste, segundo o Painel Rodovias que Perdoam, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgado neste mês. No estado, quase um terço das estradas apresenta baixo nível de proteção ao motorista — condição que aumenta o risco de mortes e ferimentos graves em caso de acidentes.
De acordo com o levantamento, apenas 22,4% das rodovias mineiras têm alto índice de segurança, enquanto 30,9% estão na faixa mais crítica e 46,7% têm nível intermediário.
Embora estados do Norte e Nordeste tenham percentuais maiores de rodovias com baixo índice de segurança, Minas Gerais chama atenção por ser o estado com pior desempenho dentro da região mais rica do país — o Sudeste. Na comparação com São Paulo, o contraste é significativo: o estado paulista lidera com maior percentual da malha rodoviária com alto índice.
A precariedade da infraestrutura também afeta o custo do transporte. Segundo a CNT, trafegar por rodovias em más condições eleva o custo operacional em média 34,8%, com impacto direto na economia.
Minas Gerais tem a maior malha rodoviária do Brasil, com cerca de 272 mil km de extensão, o que representa aproximadamente 16% de todas as rodovias do país.
Segundo a CNT, essa grande extensão amplia os desafios de manutenção, recuperação e modernização da infraestrutura. A posição estratégica do estado também aumenta o desgaste das vias devido ao intenso fluxo de cargas e passageiros.
O DER/MG também foi procurado e informou que prevê investir cerca de R$ 800 milhões na manutenção e conservação das rodovias estaduais em 2026.