por Agência Brasil
Postado em 18 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Quatro trabalhadores escravizados durante a ditadura civil-militar, nas décadas de 1970 e 1980, em uma propriedade da Volkswagen do Brasil, no Pará, acionaram a Justiça para reivindicar reparação pela condição desumana a que foram submetidos. Cada um pede R$ 1 milhão por danos morais e R$ 1 milhão por danos existenciais, valores definidos com base no porte econômico da marca, pelo tamanho dos prejuízos causados às vítimas e pelo que representam socialmente. 

Os processos sucedem uma ação civil pública, isto é, coletiva, em que o Ministério Público do Trabalho (MPT) pede R$ 165 milhões por danos morais coletivos, retratação pública e a ativação de ferramentas como um protocolo aplicável a incidentes semelhantes, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização. Nessa ação pública, a companhia foi condenada em agosto deste ano, mas entrou com recurso.
A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada - quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho -, desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas.
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por por Luis Borges
Postado em 18 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
A cada ano que vai passando, principalmente neste século, percebo que tudo aconteceu e passou rapidamente. Chegado dezembro, noto que muita coisa ficou para depois ou simplesmente não foi possível de ser feita. No mundo cristão o tempo do advento já passou pelo terceiro domingo e logo chegaremos ao Natal, que a cada instante se aproxima mais.
Se o advento é tempo de preparação, o que está sendo possível fazer até o Natal? Ou é apenas uma intenção desacompanhada de qualquer tipo de gesto? Tudo continuará sendo como antes? Efetivamente, será que admitiremos dar algum espaço para as necessárias mudanças, principalmente sabendo que tudo começa com a gente? Que tal começar com as coisas que só dependem de nós mesmos?
Sugiro pensarmos um pouco sobre o nosso posicionamento nesse mundo extremamente conectado digitalmente, sentindo falta de humanidade, percebendo a ampliação da solidão e do sofrimento mental.
Faço um pequeno desafio à sua memória: e se nos lembrarmos rapidamente sobre a quantidade de pessoas que visitamos em suas residências, pelo menos uma vez, ao longo do ano que está acabando? E quantas te visitaram no mesmo período?
De imediato, posso dizer que visitei 40 pessoas amigas e recebi a visita de 25, sendo que os encontros tiveram uma duração média de 3 horas. Ah! Quanta energia boa fluiu nesses encontros presenciais!
Neste final de caminho rumo ao Natal, pense nisso e tenha iniciativas para que encontros aconteçam nessa grande arte que é a vida. Quem sabe poderá haver reciprocidade do outro? Ainda é possível renascer!
Luis Borges - Engenheiro e Mentor

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Postado em 18 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
por José Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
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Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

O Côrrego da Galinha. O Orozino Teixeira praticamente não existia ainda.
FOTOS DE ARAXÁ ONTEM E HOJE-DEMOCRÁTICOS
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Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

1981 - Visita do Governador Francelino Pereira e Ministro dos Transportes Eliseu Resende.
Comentáriospor Ana Lucia Luiz
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs






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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs

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por Jose Antonio Luiz Filho
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
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Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
por Itatiaia
Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs
Dezembro marca o início da campanha “Dezembro Verde”, uma iniciativa criada para combater uma estatística vergonhosa: o aumento no número de animais abandonados durante as férias de fim de ano. Segundo estimativas de ONGs e órgãos de controle, o abandono de cães e gatos chega a crescer até 70% nesta época do ano no Brasil.
O cenário jurídico, no entanto, mudou drasticamente com a sanção da Lei 14.064/2020, popularmente conhecida como Lei Sansão. O que antes era tratado muitas vezes como uma infração menor, hoje é crime com pena de reclusão.
“Quem abandona ou maltrata animais deve responder criminalmente. A Lei Sansão aumentou a pena para 2 a 5 anos de reclusão para quem maltratar cães e gatos, além de multa e proibição da guarda. Não é mais um crime de menor potencial ofensivo. A sociedade civil é o principal fiscal dessa lei; sem a denúncia formal, a impunidade continua”, orienta a Lei 14.064/2020, de crimes ambientais de Lei de Crimes

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Postado em 17 de Dezembro de 2025 às 09:00 hrs