por Jornal O Tempo
Postado em 15 de Outubro de 2026 às 09:00 hrs
As consequências das mudanças climáticas na infância não se limitam ao trato digestivo. Alergias e doenças respiratórias também pioram com variações de temperatura, umidade e qualidade do ar, afetando organismos em fase de desenvolvimento.
Mudanças ambientais alteram a exposição a alérgenos, como o pólen, e intensificam a inflamação das vias aéreas. A poluição agrava o quadro, agindo como gatilho para crises de asma e complicações respiratórias.
A médica destaca ainda o papel do nariz na proteção do organismo: ele aquece, filtra e umidifica o ar antes que este chegue aos pulmões. Diante de oscilações bruscas no clima, essa barreira natural fica sobrecarregada. “Com variações climáticas extremas, o esforço do organismo para manter esse equilíbrio é enorme”, observa a especialista. Essa sobrecarga abre espaço para sinusites e infecções frequentes