por itatiaia
Postado em 02 de Julho de 2026 às 09:00 hrs
situações prolongadas de estresse ativam de forma persistente o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, aumentando a produção de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. "Esses mecanismos favorecem a degradação das fibras de colágeno e elastina, comprometem a renovação celular, reduzem a capacidade de reparo tecidual e podem enfraquecer a barreira cutânea, tornando a pele mais suscetível ao ressecamento, à sensibilidade e a processos inflamatórios",
O estresse crônico também pode agravar doenças como acne, psoríase, dermatite atópica, rosácea e alguns tipos de queda de cabelo, como o eflúvio telógeno. Além disso, é comum que pacientes relatem perda do viço, piora da textura da pele e maior evidência de linhas finas durante períodos de sobrecarga emocional.
O biomédico recomenda usar várias estratégias juntas para cuidar da pele e retardar os sinais de envelhecimento. "Proteger a pele diariamente, cuidar da pele de forma adequada, manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, dormir bem e usar estratégias para reduzir o estresse fazem parte de um conjunto de ações para manter a saúde e atrasar os sinais do envelhecimento, conclui.