por Jornal O Tempo
Postado em 25 de Maio de 2026 às 09:00 hrs
Com a mudança, o levantamento passará a contar também com coleta de informações pela internet, de forma voluntária, realizada pela própria pessoa com autismo ou por responsáveis legais. O objetivo é reunir dados mais precisos sobre a população com TEA em Minas Gerais.
Segundo o texto, o formulário eletrônico deverá conter informações pessoais e documentos que comprovem o diagnóstico. Entre os documentos aceitos estão laudo médico com identificação do profissional responsável, a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) ou documento oficial que indique expressamente a condição.
A expectativa do governo é que a atualização do censo contribua para a formulação de políticas públicas voltadas à inclusão, atendimento e assistência às pessoas com deficiência e à população com autismo no estado.