por Jornal O Tempo
Postado em 22 de Maio de 2026 às 09:00 hrs
pré-eclâmpsia não é apenas um quadro de pressão alta. “É uma síndrome que pode comprometer vários órgãos da mulher e também o desenvolvimento do bebê”.
O principal sinal é a pressão arterial acima de 140 por 90 mmHg em mulheres que antes não tinham hipertensão. Mas outros sintomas também podem aparecer, como dores de cabeça intensas, visão embaçada, dor na barriga, falta de ar e inchaço repentino.
A pré-eclâmpsia interfere diretamente no funcionamento da placenta, órgão responsável por levar oxigênio e nutrientes ao bebê durante a gravidez.
Quando isso acontece, o bebê pode crescer menos do que o esperado, nascer prematuro ou apresentar sofrimento fetal.
Especialistas reforçam que o acompanhamento pré-natal é essencial para identificar os riscos e iniciar o tratamento o mais cedo possível. Exames de rotina, aferição da pressão arterial e avaliação do histórico da paciente ajudam a detectar sinais de alerta ainda no início da gravidez.