por itatiaia
Postado em 05 de Maio de 2026 às 09:00 hrs
O criminoso faz um Pix de verdade para a conta da vítima. Em seguida, ele entra em contato via aplicativos de mensagens alegando o erro da transferência, e solicita a devolução do valor.
O risco reside no pedido específico de que o estorno seja feito para uma conta de terceiro (conta B), diferente daquela que originou o Pix. Ao realizar essa nova transação, a vítima envia seus próprios recursos ao golpista.
Paralelamente, o criminoso aciona o banco de origem alegando ter sido vítima de fraude, tentando recuperar também o valor original via sistema bancário.
Dicas de segurança: