por g1
Postado em 30 de Abril de 2026 às 09:00 hrs
Para o público brasileiro, a Copa nas Américas – com jogos também no México e no Canadá – facilita em relação às sedes das últimas competições. O preço de passagens aéreas é menor do que foi para o Catar e a Rússia.
Entretanto, todo o resto da conta corre o risco de sair mais alto: hospedagens, transportes e restaurantes, além da tradicional gorjeta nos serviços, que chega a 20% nos Estados Unidos. Muitos torcedores desistiram da viagem.
Os ingressos são outro problema. A partida final, em 19 de julho, não sai por menos de US$ 11 mil (R$ 54 mil) na plataforma oficial da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os mais caros disparam para US$ 2,3 milhões (R$ 11,5 milhões).
Outro ponto delicado é a própria entrada nos Estados Unidos, que preocupa os torcedores dos países pobres e em desenvolvimento, alvos prioritários da polícia anti-imigração americana nos últimos meses.
O Brasil não está nesta lista, que inclui 47 países, sendo a maioria africanos. Mas, mesmo assim, o torcedor que precisa de visto teve de desembolsar a quantia de US$ 435 (R$ 2,1 mil) para a obtenção do documento – e ainda muitos tiveram o pedido recusado.
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