por Jornal O Tempo
Postado em 27 de Abril de 2026 às 09:00 hrs
Considerada uma doença multifatorial e "silenciosa" por raramente apresentar sintomas, a hipertensão tem sido alvo de atualizações rigorosas na comunidade médica para tentar conter o avanço dos índices de comprometimento cardiovascular.
a famosa aferição de 120 por 80 mmHg (12 por 8) deixou de ser considerada normal e passou a ser classificada como pré-hipertensão. Agora, a pressão arterial normal é definida como inferior a esse patamar.
Além do histórico familiar e do envelhecimento, o estilo de vida é o principal gatilho para a elevação da pressão. Excesso de peso, sedentarismo, consumo elevado de sal, tabagismo, estresse e má qualidade do sono encabeçam a lista de fatores de risco.
Os especialistas também chamam a atenção para a síndrome do jaleco branco, onde o paciente apresenta pressão alta apenas em ambientes clínicos devido à ansiedade. “A pressão elevada no consultório pode não refletir a realidade do paciente no dia a dia.
O uso de dispositivos vestíveis, como relógios inteligentes, também é apontado como aliado, especialmente para pessoas acima de 50 anos, por permitir o monitoramento contínuo da frequência cardíaca
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é clara: limitar o consumo de sal a até 5g por dia e praticar pelo menos 150 minutos de atividade física semanalmente.