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Postado em 04 de Novembro de 2025 às 09:00 hrs
Estudo da Empresa de Pesquisa Energética mostra avanços no uso de energias modernas, mas aponta que famílias de baixa renda ainda enfrentam barreiras para abandonar a lenha e o carvão
A queima de lenha, carvão e outros combustíveis poluentes representa um sério risco à saúde. A fumaça liberada durante o cozimento pode causar doenças cardíacas, câncer de pulmão, DPOC, AVC e pneumonia. Mulheres e crianças são as mais afetadas, por passarem mais tempo em casa e próximas ao fogo durante o preparo das refeições.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,3 bilhões de pessoas no mundo ainda cozinham com fogões improvisados e combustíveis como querosene, etanol, madeira e carvão vegetal, o que também aumenta o risco de acidentes e queimaduras. Em 2020, 3,2 milhões de pessoas morreram por doenças relacionadas à falta de acesso ao cozimento limpo, entre elas, mais de 237 mil crianças menores de 5 anos.