por Estado de Minas
Postado em 23 de Outubro de 2025 às 09:00 hrs
As temperaturas mais altas e as chuvas fazem com que as cobras fiquem mais ativas entre os meses de outubro a abril. Nessa época, os répteis saem mais em busca de alimento e abrigo. O período também registra um maior número de vitimas de picadas de serpentes, segundo o Corpo de Bombeiros (CBMMG).
Jararaca-Cruzeira: Possui um corpo marrom e cinza com desenhos em formato de "V" invertido ou de um telefone no gancho. Sua cabeça é triangular e bem destacada do corpo. Seu veneno causa dor aguda, vômitos e desmaios.
Cascavel: Facilmente reconhecida pelo guizo ou chocalho na ponta da cauda, que vibra e emite um som característico quando se sente ameaçada. Seu veneno atinge o sistema circulatório. Prefere áreas abertas e secas, como o cerrado
Surucucu-pico-de-jaca: É a maior serpente peçonhenta da América Latina. Seu corpo tem um fundo amarelado com manchas pretas em formato de losango. As escamas são eriçadas, lembrando a casca da jaca. Seu veneno causa hemorragia.
Coral-verdadeira: Considerada a mais venenosa do Brasil, ela possui anéis coloridos em vermelho, preto e branco (ou amarelo) que circundam todo o corpo. Seu veneno se espalha rapidamente pelo corpo e ataca o sistema nervoso da vítima. O perigo está em confundi-la com a coral-falsa, que não é peçonhenta. Na dúvida, trate sempre como perigosa.
Urutu-cruzeiro: É uma parente próxima da jararaca, conhecida pelos desenhos em formato de cruz ou ferradura ao longo do corpo. É bastante agressiva quando acuada. Seu veneno causa necrose no local da picada.