Blog do Zé Antônio

Jornalista, radialista e apresentador de TV

As 5 estradas mais perigosas de Minas Gerais

por Estado de Minas

Postado em 10 de Outubro de 2025 às 09:00 hrs


Um levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mapeou os pontos mais críticos das estradas mineiras, revelando um ranking preocupante. O excesso de velocidade, as ultrapassagens indevidas e a má conservação de alguns trechos são os principais ingredientes de uma combinação fatal. Conhecer essas rotas e os seus perigos são o primeiro passo para se proteger.

1. BR-381 (Rodovia da Morte)

Não é à toa que a BR-381 carrega o apelido de “Rodovia da Morte”. Principalmente no trecho entre Belo Horizonte e João Monlevade, a estrada se torna um funil perigoso, misturando tráfego intenso de veículos de passeio com o fluxo pesado de caminhões que vêm do Vale do Aço e do Espírito Santo.

2. BR-040

A BR-040 é outra via de grande movimento que liga o Rio de Janeiro à Brasília, passando por importantes cidades mineiras como Juiz de Fora e Belo Horizonte. O trecho que exige mais cuidado é o da Serra de Petrópolis, já no estado do Rio, mas a parte mineira também tem seus pontos de alto risco, como a descida para o anel rodoviário da capital.

3. BR-262

Conectando o Espírito Santo a Mato Grosso do Sul, a BR-262 corta Minas Gerais de leste a oeste. É uma rota fundamental para o agronegócio, mas seus trechos de serra e as longas retas que convidam ao excesso de velocidade a tornam extremamente perigosa. O trecho entre Belo Horizon

4. BR-116

Palco do acidente que motivou essa reportagem, a BR-116 é uma das mais longas do país e, em Minas, apresenta trechos de altíssima periculosidade. As regiões dos Vales do Mucuri e do Rio Doce são as mais preocupantes, com asfalto irregular, falta de duplicação e um fluxo incessante de veículos de carga.

5. BR-251

Ligando a Bahia ao Mato Grosso, a BR-251 tem em seu trecho mineiro, especialmente no Norte de Minas, um dos pontos mais perigosos do Brasil. A rodovia é marcada por um relevo acidentado, com serras íngremes e curvas fechadas, como na Serra de Francisco Sá.

te e o Triângulo Mineiro é particularmente crítico.

 

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