por Jornal O Tempo
Postado em 24 de Setembro de 2025 às 09:00 hrs
Você já se sentiu carregando um peso que não consegue explicar? Já percebeu sua energia drenada ou que sua vida está estagnada? Esse peso muitas vezes não é físico — ele nasce de acúmulos mentais, emocionais e energéticos que já não servem mais. É aí que entram os desapegos necessários.
É preciso aprender a fazer escolhas conscientes e soltar o que perdeu o sentido, abrindo espaço para a leveza.
Muitas vezes, manter uma situação, uma relação ou um padrão conhecido parece mais fácil do que desapegar.
Nosso cérebro, por sua natureza, prefere o familiar, mesmo que não seja o melhor para nós. Mas essa insistência no conhecido nos retém nos mesmos resultados, nos mesmos padrões que já experimentamos.
Se você sente que está pronta(o) para uma mudança, este é o momento de começar sua faxina energética e emocional.
Sentir o esgotamento, o peso, a falta de vitalidade não são falhas, mas convites para realinhar suas prioridades. A mais importante delas é você. Sem você, as outras não podem existir plenamente.
É como ter que escolher qual conta pagar: a luz, a internet ou o streaming? A verdade é que, nas prioridades, você é a luz. Sem ela, nada mais funciona.
É nesse exato lugar que a faxina energética e emocional precisa começar. Lógico que não é largar tudo e sair por aí, até pode, se essa for uma realidade que você esteja intencionando.
Entre o que se “quer” e o que se “precisa”, busque o que for mais auspicioso!
O “peso” que sentimos, na maior parte das vezes, são de duas naturezas principais:
São vibrações de baixa frequência que se acumulam em nosso campo energético. Elas podem vir de:
Essas energias podem causar fadiga, falta de clareza mental e até sintomas físicos.
São conexões com pessoas, crenças ou modos de viver que já não fazem sentido. Incluem: