Blog do Zé Antônio

Jornalista, radialista e apresentador de TV

Como o 11 de Setembro transformou as leis e a segurança no Brasil

por Itatiaia

Postado em 11 de Setembro de 2025 às 09:00 hrs


Na manhã de 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados e usados como armas contra grandes símbolos americanos, o World Trade Center de Nova York e o Pentágono, em Washington. Seus efeitos são sentidos ainda hoje, até mesmo no Brasil.

O atentado tirou quase 3 mil vidas e a Al Qaeda, organização extremista com base no Afeganistão, assumiu a autoria.

No Brasil, embora o país não tenha sido palco do ataque, a tragédia redefiniu práticas de segurança aéreas, acelerou avanços tecnológicos e impulsionou a criação de normas jurídicas.

Um dos grandes exemplos é a Lei Antiterrorismo, criada em 2016, durante a preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O Congresso sancionou a norma que tipifica como crime ações motivadas por xenofobia, racismo, etnia ou religião que visem causar terror ou destruir bens públicos ou privados.

Antes de 2001, medidas como inspeção de líquidos e raio-X das bagagens de mão eram menos frequentes e aplicadas de forma esporádica nos aeroportos. Após os atentados, a  Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)  intensificou o treinamento dos agentes de proteção e ampliou as formas de controle.

Uma das primeiras medidas foi a exigência de identificação no portão de embarque,  estabelecida a partir de março de 2010 , tornando obrigatório a apresentação de documento de identidade para inibir atos terroristas.

Em abril de 2007,  o Brasil implementou a política que limita líquidos  a embalagens de até 100 ml por passageiro, vedadas em saco plástico de até 1 litro, com inspeção visual obrigatória

Nos anos seguintes, os aeroportos passaram a contar com equipamentos como scanners corporais, detectores de metais, sistemas de TV de circuito fechado e biometria facial.

Como o 11 de Setembro transformou as leis e a segurança no Brasil

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