por Itatiaia
Postado em 06 de Setembro de 2025 às 09:00 hrs
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em agosto, o registro do vorasidenibe, medicamento destinado ao tratamento de gliomas de baixo grau com mutação nos genes IDH-1 ou IDH-2, como astrocitoma e oligodendroglioma.
Disponível em comprimidos de 10 mg ou 40 mg de uso diário, o medicamento atua bloqueando mutações nas enzimas metabólicas IDH-1 e IDH-2, responsáveis por estimular a produção da substância 2-hidroxiglutarato (2-HG). Esse composto favorece alterações celulares e no DNA que contribuem para o desenvolvimento do câncer.
Ao reduzir a produção de 2-HG, o vorasidenibe retarda a progressão da doença e, em alguns casos, diminui o volume tumoral. “Trata-se de uma alternativa oral, de fácil adesão e com baixo índice de efeitos colaterais, o que favorece o tratamento prolongado”, explica o oncologista Donato Callegaro Filho, do Hospital Israelita Albert Einstein.
Disponível em comprimidos de 10 mg ou 40 mg de uso diário, o medicamento atua bloqueando mutações nas enzimas metabólicas IDH-1 e IDH-2, responsáveis por estimular a produção da substância 2-hidroxiglutarato (2-HG). Esse composto favorece alterações celulares e no DNA que contribuem para o desenvolvimento do câncer.
