por por Luis Borges
Postado em 04 de Setembro de 2025 às 09:00 hrs
Setembro chegou
O mês de setembro tem sua chegada aguardada por muita gente na expectativa de que o frio começa a ir embora, que plantas e flores estarão em pleno florescimento e também que as chuvas estão chegando.
Se para cada um o mês de setembro tem um significado, leia a seguir o que disse sobre ele Rose Marchetti, Analista de Perfil Comportamental DISC e Pós Graduanda em Neurociência, @rosemarchetti.
_“Quando setembro chega, sinto como se a vida ganhasse um novo ritmo.
Os dias começam a clarear de outro jeito, o vento muda de tom e até o coração parece se preparar para florescer junto com a primavera que se aproxima._
Para mim, setembro é convite. Convite para acreditar de novo, para recomeçar em silêncio e para olhar para dentro com a mesma delicadeza com que as flores se abrem ao sol.
É o mês da esperança, do renascer dos sonhos e da promessa de que sempre é possível recomeçar.
Entrar em setembro é como receber da natureza um lembrete: tudo tem seu tempo de florescer.”
Cheques em queda livre
A Federação Brasileira de Bancos – Febraban informou que no primeiro semestre de 2025 foram emitidos 51 milhões de cheques no Brasil gerando um movimento de R$211 bilhões. Atualmente esse tipo de transação responde por apenas 0,5% das operações financeiras.
No primeiro semestre de 2024 foram compensados 65 milhões de cheques o equivalente a R$236 bilhões, 27,5% maior que o movimentado em 2025. A queda contínua do uso dos cheques se deve ao crescente uso dos cartões de crédito, débito e Pix. Vale lembrar que no ano passado o valor médio dos cheques foi de R$3.800,87-indicando que são usados para pagamentos de maior porte. Obviamente que o Pix é mais usado para pagamentos de menor porte.
Você ainda usa cheques? Com qual frequência?
Os municípios mineradores e a reforma tributária
Os municípios mineradores estão reivindicando uma revisão da Compensação Financeira pela Exploração Mineral – Cfem que poderá quase que dobrar o seu valor. Tudo se baseia num estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG sobre as cidades mineradoras em função dos impactos da reforma tributária. O estudo feito a pedido da Amig Brasil – Associação Brasileira de Municípios Mineradores mostrou que essas cidades deverão perder 20,2% de sua arrecadação total após a reforma com a unificação de impostos e nova distribuição entre os municípios que será de acordo com o tamanho da população.
Como os municípios mineradores têm, em geral, populações pequenas, a Amig teme por uma menor arrecadação futura com a implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual da reforma tributária. O receio é pela perda de arrecadação em cidades que já contam com um ciclo de vida limitado para a sua principal atividade econômica, o que é uma consequência inerente à mineração.
A gestão do risco é o que todos precisam, mas nem todos sabem que precisam!
